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  <title>Invictvs</title>
  
  <subtitle>一期一会</subtitle>
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    <name>Felype</name>
    
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    <title>Minha experiência com Omarchy</title>
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    <published>2026-01-30T23:41:32.000Z</published>
    <updated>2026-02-01T02:54:38.902Z</updated>
    
    <content type="html"><![CDATA[<link rel="stylesheet" class="aplayer-secondary-style-marker" href="/assets/css/APlayer.min.css"><script src="/assets/js/APlayer.min.js" class="aplayer-secondary-script-marker"></script><p></p><p>Estou usando o tão falado — talvez agora nem tanto assim — omarchy*… instalei meses atrás e estou usando atualmente. Essa distro foi criada por um cara chamado David, vulgo DHH… Deixarei mais informações do omarchy e do criador abaixo.</p><details class="green" data-header-exclude>    <summary><i class="fa-solid fa-chevron-right"></i>ChatGPT info： O que é Omarchy? </summary>    <div class="content markdown-body">      <p>Omarchy é uma distribuição Linux baseada no Arch Linux criada por David Heinemeier Hansson (DHH) — o programador dinamarquês conhecido por ser o criador do framework Ruby on Rails e CTO da 37signals.</p><p>Ela combina o poder e a flexibilidade do Arch com um ambiente pré-configurado e orientado a produtividade para desenvolvedores, usando o gerenciador de janelas Hyprland e uma seleção de ferramentas (como Neovim, Docker e Git) prontas para uso.</p>    </div>  </details><p>Descobri o omarchy durante o hype que teve no twitter&#x2F;X, haviam muitos usuários linux compartilhando suas experiências, screenshots e curiosidades do sistema. Na época a bolha linux e open source só falavam disso. Inicialmente não curti a nova onda, em parte porque é meu jeito mesmo, nunca gostei de hypes (independente do que for), além disso, trocar de distro daria uma trabalheira, e naquele momento, era inviável. Então acompanhei as postagens e novidades, digamos, a “distância”, sem a vontade de me aventurar em primeiro momento. Quando vi o hype diminuir comecei a me aprofundar mais, alias queria dá uma customizada no meu Arch Linux também, estava enjoado da mesma aparência&#x2F;estilo. </p><p>Como referência busquei por usuários linux que experimentaram o omarchy, em poucos clicks descobri que o <a class="link" href="https://akitaonrails.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sr. Fábio Akita<i class="fa-solid fa-arrow-up-right ml-[0.2em] font-light align-text-top text-[0.7em] link-icon"></i></a> (o famoso guru dos Devs) possuí um blog e lá deixou um tutorial completo de como instalar a distro. </p><p>Dei uma lida por alto e descobri que existem duas formas de instalação:</p><li><ol>1 - Instalação pura via ISO — formatação (menos arriscado) (mais recomendado)</ol><ol>2 - Instalação via script — instalação de todo o sistema (arriscado) (menos recomendado)</ol></li><p>Descartei a possibilidade de formatação pois exigia a formatação completa das partição ativas, para um outro tipo de partição, mesmo a partição <em>home</em> onde estão os meus arquivos não seria poupada, então a solução para este caso seria fazer backup… optei em não fazer, demandaria muito tempo e estou sem HDs disponíveis para salvar os arquivos.</p><p>Então sobrou a segunda opção: <strong> via script. </strong></p><p>A instalação via script é arriscado porque a pré-configuração do sistema base — Arch Linux — deveria está com o disco formatado em um tipo especifico de partição, se não me engano é btrs… a minha partição é ext4, logo poderia dar alguns erros difíceis de resolver ou o script poderia crashar.</p><p>O sistema base do omarchy é Arch Linux como sobredito e apesar da partição não ser a recomendada, eu poderia executar o script mesmo assim, pois uso o Arch. Entretanto, existia um outro fucking script cuja a finalidade era instalar diversos pacotes que, no meu caso (muito deles), só ocupariam espaço de armazenamento, e não teriam utilidade para mim. Um desses pacotes era docker; para que eu usaria docker? Não sou DevOps. E tinha mais alguns programas mais genéricos, como de mensagens, gerenciamento de senhas, etc… Então já nota-se um outro problema: a distro foi desenvolvida com o intuito de suprir a necessidade do criador dessa distro. Ela foi moldada de acordo com a usabilidade do DHH; “compactada” com esses programas e configurações com essa finalidade, e o criador apenas compartilhou pra pessoas usarem, principalmente para aqueles cujo o estilo de trabalho seja idêntico.  Sendo direto, não partilho do mesmo estilo do David em relação aos programas — e isso é questão de praticidade mesmo. Dito isso, referente a configuração, customização e todo o ecossistema criado por ele, sou fã… Ele trouxe para o Hyprland, a coesão e simplicidade ao modificar as configurações de aparência. É maravilhoso e quase poético kk Ao escolher um tema, é atualizado simultâneamente as configs de todos os programas como terminal, neovim, VS Code, navegador, gerenciador de arquivos e outros. Antes eu deveria fazer tudo na mão… agora com o Aether, um programinha que nasceu junto com a distro, eu mesmo posso customizar meus temas. Super easy!</p><p style="text-align: center;"> Viva a comunidade Linux! </p><h4 id="Meu-Desktop"><a href="#Meu-Desktop" class="headerlink" title="Meu Desktop:"></a>Meu Desktop:</h4><div style="  display:grid;  gap:16px;">  <img src="/images/posts/7/omarchy_print_1.png" alt="Omarchy print 1" loading="lazy">  <img src="/images/posts/7/omarchy_print_2.png" alt="Omarchy print 1" loading="lazy">  <img src="/images/posts/7/omarchy_print_3.png" alt="Omarchy print 1" loading="lazy"></div><!--Abaixo deixarei alguns prints do omarchy normal (de outros usuarios do Omarchy).<div style="  display:grid;  gap:16px;">  <img src="https://github-production-user-asset-6210df.s3.amazonaws.com/89306240/543161957-b811c07e-b301-40b3-9aef-36ec4276253e.jpeg?X-Amz-Algorithm=AWS4-HMAC-SHA256&X-Amz-Credential=AKIAVCODYLSA53PQK4ZA%2F20260131%2Fus-east-1%2Fs3%2Faws4_request&X-Amz-Date=20260131T031503Z&X-Amz-Expires=300&X-Amz-Signature=49e04d964a4b85c23f26e0a444c36cfe9f46e8b130c714dff4e025dd4bab1fee&X-Amz-SignedHeaders=host" alt="Omarchy print" loading="lazy">  <img src="https://github-production-user-asset-6210df.s3.amazonaws.com/89306240/543162331-5418dc4e-b669-494f-b8a7-1ac97067bab0.jpeg?X-Amz-Algorithm=AWS4-HMAC-SHA256&X-Amz-Credential=AKIAVCODYLSA53PQK4ZA%2F20260131%2Fus-east-1%2Fs3%2Faws4_request&X-Amz-Date=20260131T031915Z&X-Amz-Expires=300&X-Amz-Signature=7a9df775e33182a53928b02e0dd44cc0167f76c4656c73639898eeec22e39e04&X-Amz-SignedHeaders=host" alt="Omarchy print" loading="lazy">  <img src="https://github-production-user-asset-6210df.s3.amazonaws.com/89306240/543162430-5e34ae20-2100-43f1-9b41-0874ea789ea5.jpeg?X-Amz-Algorithm=AWS4-HMAC-SHA256&X-Amz-Credential=AKIAVCODYLSA53PQK4ZA%2F20260131%2Fus-east-1%2Fs3%2Faws4_request&X-Amz-Date=20260131T032019Z&X-Amz-Expires=300&X-Amz-Signature=d2c4920f39106c227e55e5eeed4632f22d92fb8b762e6fdf93035d6be2fe3feb&X-Amz-SignedHeaders=host" alt="Omarchy print" loading="lazy"></div>--><hr><p></p>]]></content>
    
    
      
      
    <summary type="html">&lt;link rel=&quot;stylesheet&quot; class=&quot;aplayer-secondary-style-marker&quot; href=&quot;/assets/css/APlayer.min.css&quot;&gt;&lt;script src=&quot;/assets/js/APlayer.min.js&quot; cla</summary>
      
    
    
    
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    <title>O Mistério do Casamento</title>
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    <published>2025-12-29T15:09:32.000Z</published>
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    <content type="html"><![CDATA[<link rel="stylesheet" class="aplayer-secondary-style-marker" href="/assets/css/APlayer.min.css"><script src="/assets/js/APlayer.min.js" class="aplayer-secondary-script-marker"></script><p></p><p>Ela:</p><p>Enquanto eu caminhava, nessa estrada que é a Vida, avistei você percorrendo o mesmo caminho… De longe fiquei observando… seu semblante, embora cansado, não demonstrava desânimo. Caminhava com resoluta confiança e firmeza. Você estava focado; parecia uma pintura de um homem contemplativo em sua própria jornada, todo o resto, eram detalhes soltos que não lhe prendiam. Eu sinceramente de inicio não sabia o que buscava, seguia essa estrada com lampejos de reminiscencias de algo celestial que outrora já havia vislumbrado. Não estava definido em minha mente o meu objetivo, eu sei que se trava de algo sagrado e que era o que você buscava também, pois íamos na mesma direção. Então, em pouco tempo eu o amei, quis unir-me contigo nessa jornada que é a Vida para alcançar esse objetivo comum: o mistério que habita em todos nós.</p><p>Ele:</p><p>Comecei uma jornada solo em busca de algo abstrato. Não estava definido em minha mente o objetivo em si em sua totalidade, mas sabia pelo menos que se tratava de algo sagrado; vislumbrei reminiscências durante a caminhada… logo quis ir de encontro a esse algo misterioso. Desde o inicio estava concentrado e certo de que entenderia melhor quando eu finalmente chegasse a essa Verdade. Enquanto estava buscando, sorrateiramente você chegou…  sua presença alegre e suave causava-me afáveis sentimentos, sentia-me como se um riacho inteiro percorresse o meu corpo. Você era um alento inesperado durante minha busca que me dava ânimo. Eu a amei, e queria você junto comigo nessa jornada que é a Vida para alcançar esse objetivo comum: o mistério que habita em todos nós.</p><hr>Dica: não leia de forma literal. Sim, esse texto é de minha autoria... e sim, escrevi de uma maneira poetica mesmo; evidentemente reflete o que eu entendo do que seria o "ideal" de casamento entre duas pessoas. <p>Eis o axioma: O que se assenta no sagrado é perene e forte. Enquanto o que se assenta em futilidades está fadado ao declino.</p><div style="align: center; display: flex; justify-content: center"><img src="https://scontent.cdninstagram.com/v/t51.82787-15/521651688_18515272576024809_3934481047115245601_n.jpg?stp=dst-jpg_e35_tt6&_nc_cat=108&ig_cache_key=MzY3ODg0NDQzMjUzNTUxNjQ0Nw%3D%3D.3-ccb7-5&ccb=7-5&_nc_sid=58cdad&efg=eyJ2ZW5jb2RlX3RhZyI6InhwaWRzLjkwMHgxMTI1LnNkci5DMyJ9&_nc_ohc=BL0lidJpk1oQ7kNvwHpxpkC&_nc_oc=AdmI-yZ_VFtmnbpWCZ6kGojzH5Z__UFggKVxaX-3ivEiXOy6nM0WT5phFcnkhoviexGMjJLm1KjH5babSr41xdh6&_nc_ad=z-m&_nc_cid=0&_nc_zt=23&_nc_ht=scontent.cdninstagram.com&_nc_gid=TLEsPx4Yx3j-bZ59f0ugiA&oh=00_AflCIOyzZp9yNxxFYriykE-qAlZ_PW9dvyAZjqCLAcoCdA&oe=69589C07" style="height: 500px;"></div><p></p>]]></content>
    
    
      
      
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    <title>Organizando a mente</title>
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    <published>2025-12-04T00:03:01.000Z</published>
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    <content type="html"><![CDATA[<link rel="stylesheet" class="aplayer-secondary-style-marker" href="/assets/css/APlayer.min.css"><script src="/assets/js/APlayer.min.js" class="aplayer-secondary-script-marker"></script><p>Dias desses comecei a estudar dissertação-argumentativa para prestar um concurso público. Enquanto estava escrevendo uma dissertação, tive dificuldades em escrever o texto de acordo com o que aprendi. Eu conhecia e estou familiarizado com as partes de uma dissertação, como introdução, desenvolvimento e conclusão, e conceitos específicos do português como coesão e coerência, gramatica, regência, etc,. Contudo, meu caro leitor(a) o problema era mais profundo, e o estudo em si pouco dava resultado.</p><p>A fim de obter respostas, perscrutei.</p><p>Embora conhecesse o conteúdo (tema) e como escrever uma dissertação, cada frase parecia se confrontar com a frase posterior, a desarmonia reinava, dava essa impressão, era como um pianista inexperiente tocando um piano pela primeira vez…. o sentido genérico de pensamentos desconexos evidenciava um suposto raciocino raso e qualquer pessoa poderia dizer: “Ele não domina o assunto”. A hipótese é boa, e sensata, porém, eu sabia e entendia, então por que tecer as palavras não representavam o que eu queria dizer?</p><p>Refleti…</p><p>A resposta para as minhas indagações ocultavam-se diante de mim. Estava arraigada fortemente como hábito: a desorganização mental. Meu jeito de pensar é amiúde desordenado, principalmente ao elaborar algo complexo, que exige pouco mais de concentração. É no ato de escrever que o desembaraço instantâneo acontece, e o motivo é até surpreendente, eu penso demais. </p><p>Penso demais e — de forma concomitante — sobre tópicos diferentes, começo a pensar A, e depois B, e depois C, mas o objetivo geral era pensar apenas em A e escalar A-1, A-2, A-3… sem perder o sentido do assunto. Para exemplificar, imagine que você teve um problema com o carro durante uma viagem. Você tem noção de carros, e sabe o que causou o problema, ao invés de dar atenção a solução de forma simples e direta, perde tempo verificando outras possibilidades de resolve-lo; é como se a objetividade metesse o pé. </p><p>Decerto que a mente é naturalmente dinâmica, volátil e rebelde, livre para criar todo tipo de coisas, como evocar sentimentos, imaginar situações ruins ou boas, nos fazer divagar em situações imaginarias que nunca ocorrerão, ou criar problemas onde não tem. É também passiva e reacionária, suscetível aos estímulos externos. Logo, centraliza-la é como dominar um cavalo selvagem; exige esforço — às vezes descomunal, só para manter o foco. </p><p>Desordenada, a mente viaja para qualquer lugar e deixa um vazio gélido inexpressivo, o branco paralisante…<br>É esse famoso “branco” o pavor de todos os criadores, escritores, artistas e um simples concurceiro querendo escrever uma dissertação-argumentativa.</p><p>Após notar essa deficiência busquei maneiras de mudar isso. Como já estava estudando outros assuntos devido ao concurso público, topei com a lógica-matemática, conteúdo que será aplicada na prova também. Embora a priori pareça desnecessária, a lógica ajudou a ordenar melhor às ideias e me afastar de explanar pensamentos ambíguos. Além desse auxilio, ao escrever textos mais elaborados (como este post) presto mais atenção. A concentração ao escrever dá mais espaço para a criatividade agir. Mesmo obtendo benefícios, estou aquém do almejado, mas logo, logo estarei absurdamente melhor. </p><p></p>]]></content>
    
    
      
      
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    <title>A relevância de escrever um diário</title>
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    <published>2025-10-21T22:09:09.000Z</published>
    <updated>2026-02-01T02:54:38.902Z</updated>
    
    <content type="html"><![CDATA[<link rel="stylesheet" class="aplayer-secondary-style-marker" href="/assets/css/APlayer.min.css"><script src="/assets/js/APlayer.min.js" class="aplayer-secondary-script-marker"></script><p>Dias atrás estava conversando com amigos a respeito sobre a época em que fizemos um curso juntos. O assunto em si, não importa, mas o fato de comentarmos os momentos vividos foi o centro da questão... relembrando as experiências daquela época, me lembrei quase instantaneamente dos registros feito no meu diário pessoal, no qual, ainda escrevo (com menos frequência comparado naquela época). </p><p>Essas conversas nostálgicas me instigou a ler o diário daquele ano; isso pode soar estranho mas leio raramente os meus diários — faço visitas pontuais, quando desejo lembrar de algo importante.<br>Imbuindo de uma curiosidade incomum, decidi ler o diário da época do curso, decidi ler como se lesse um livro literário. O intuito era vago, apenas saciar minha curiosidade e reforçar os assuntos comentados entre os amigos, mas me deparei com algo ainda mais significativo.</p><p>Após algumas leituras dos meses daquele ano, eu notei cinco coisas fascinantes: </p><p>Sobre mim:<br>1° Escrevia de forma pomposa, expressiva e até poética em alguns momentos — praticava a escrita e lia vários leituras. Era comum registrar os livros que lia e fazer impressões sobre.<br>2° Notei a diferença brutal entre o meu eu daquela época (três anos atrás) e o agora. Devido ao tempo relativamente curto comparado com o meu eu atual, a mudança foi muito mais do que uma “mudança natural”, soa mais correto dizer metamorfose.</p><p>Sobre a vida e experiências adquiridas:<br>3° Sem envolvimento de pessoas os dias transcorriam sem grandes acontecimentos. Percebi considerando esse fato que através do cotidiano, partilhado com pessoas, que a vida se expressa mais ricamente em convívio social e sem isso, não passa de um mero monologo. Posso resumir com uma máxima: Cresço em diversos âmbitos da vida na medida que me envolvo com o mundo.<br>4° O hábito de escrever um diário é um processo continuo de autoconhecimento. O resultado inevitavelmente é uma autopercepção fora do comum… Ao passar por esse processo e notar as consequências tão nítidas como o dia; tornou a minha concepção de vida mais significativa, mesmo em momentos difíceis, cuja a esperança de dias melhores pareciam distantes.<br>5° Tudo são fases; nenhum sofrimento, por maior que seja é imune ao tempo e a vontade de seguir adiante.</p><p>O hábito de escrever no diário tornou-se terapêutico ao longo dos anos, “recordar é viver”, já diz o velho ditado… Os momentos relembrados do tempo do curso são como memorias revividas. Ao ler o diário de tempos atrás senti o meu passado mais próximo, e como eu sou uma sucessão de acontecimentos e decisões, observo o meu agora com mais perspicácia e maturidade, portanto, indico a qualquer pessoa, independente da idade, começar esse hábito tão valioso.</p><p></p>]]></content>
    
    
      
      
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    <title>Sua ansiedade é forjada pelas redes sociais</title>
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    <published>2025-10-08T10:38:58.000Z</published>
    <updated>2026-02-01T02:54:38.902Z</updated>
    
    <content type="html"><![CDATA[<link rel="stylesheet" class="aplayer-secondary-style-marker" href="/assets/css/APlayer.min.css"><script src="/assets/js/APlayer.min.js" class="aplayer-secondary-script-marker"></script><p> A ansiedade que sentimos durante o dia, principalmente se você usa redes sociais, é instigada constantemente. Durante o cotidiano lemos desde noticias, a blocos resumidos de conceitos/ideias e memes, e mais memes. Nossa atenção é roubada; sem tempo para digerir o que consumimos no vasto chorume que é a internet, a fadiga cognitiva chega em algum momento. O efeito é conhecido, atenção dispersa, sensação de pressa, como se devêssemos agir em algo produtivo, procrastinação, tristeza e no centro de tudo, a ansiedade — a estrela do show.Como é de praxe esse fenômeno já foi estudado e conceituado, é conhecido como Brain Rot, ou "apodrecimento cerebral".<details class="black" data-header-exclude>    <summary><i class="fa-solid fa-chevron-right"></i>ChatGPT info： O que é Brain Rot? </summary>    <div class="content markdown-body">      <p> Brain Rot é suposta deterioração do estado mental e intelectual causada pelo consumo excessivo de conteúdos superficiais e pouco desafiadores, especialmente nas redes sociais e no ambiente digital.</p>     </div>  </details></p><p>A desgraça maior é perscrutar o contexto geral e notar o vicio de todos, até os mais "equilibrados", atados essa areia movediça socialmente aceitável. Se passa mais de 1h por dia rolando feeds então está doente. Todos estamos dependentes e enfermos sem saber, normalizamos a doença; o saudável é exótico, excêntrico. O caminho é o Low Profile: menos exposição, menos tempo de tela em coisas superficiais, mais vida real, mais gente real, mais conhecimentos profundos. O Low Profiler é a pessoa de décadas atrás antes da internet. O ser humano dito "limitado em informações", mas com convicções próprias e atenção plena na sua vida e no mundo. Pessoa de ação e não reacionária. Ativa e não passiva.</p> <br><p>O apodrecimento mental favorece o controle das massas, as ferramentas de controle para isso já é conhecido: os algoritmos. Apesar da importância do assunto, não irei elaborar. Este é um assunto para outro post.</p>]]></content>
    
    
      
      
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    <title>Revolver um dos melhores filmes para entender a verdadeira Matrix</title>
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    <published>2025-10-03T20:54:54.000Z</published>
    <updated>2026-02-01T02:54:38.902Z</updated>
    
    <content type="html"><![CDATA[<link rel="stylesheet" class="aplayer-secondary-style-marker" href="/assets/css/APlayer.min.css"><script src="/assets/js/APlayer.min.js" class="aplayer-secondary-script-marker"></script><p>Certamente você já ouviu falar no termo Matrix. Se nunca ouviu, saiba que você é uma raridade. A expressão, originária de um filme épico, ganhou expressão própria e é usada com frequência em diferentes contextos. Frases como "Saia da Matrix!" ou "Desperte da Matrix" carregam a ideia de romper com o que é falso ou libertar de um sistema opressor. Com o tempo, o termo se consolidou dessa forma, representando um sistema a ser removido ou uma prisão autoimposta.</p><p>O filme Matrix trouxe o Mito da Caverna de Platão para a modernidade, associando seu conceito diretamente à própria caverna da alegoria. Na trama, a Matrix é um sistema sofisticado controlado por máquinas que escraviza a humanidade por meio de uma realidade virtual perfeita. Ninguém percebe a escravidão até começar a questionar profundamente o sentido da existência, a percepção da vida ordinária&#x2F;mecânica. Mas e se houvesse uma versão ainda mais introspectiva dessa ideia? É aí que entra Revolver, que podemos chamar de o Mito da Caverna espiritualizado, onde o falso não está “lá fora”, mas dentro de nós mesmos.</p><p>Nos primeiros segundos do filme, somos apresentados à seguinte frase:</p><br><q>O maior inimigo se esconderá no último lugar que você jamais procuraria. - Júlio César. </q><br><br>Esse inimigo, no contexto do filme, habita o protagonista Jake (interpretado por Jason Statham). O inimigo é uma voz interna que se confunde com a própria identidade de Jake, tomando decisões e criando conflitos – um parasita mental que age como mestre, ditando regras a um vassalo obediente. Enquanto esse vigarista interno estabelece as regras do jogo, Jake permanece passivo, preso num enredo forjado por sua própria mente.<p>Como uma mosca desatenta presa na teia invisível de uma aranha, Jake vagueia até encontrar dois personagens cruciais: Zach (Vincent Pastore), um vigarista experiente, e Avi (André Benjamin), um enxadrista. Eles não apenas tornam o drama mais épico, mas assumem um papel de mentores, conduzindo Jake a uma reflexão profunda sobre si mesmo.<br><br></p><div style="align: center; display: flex; justify-content: center"><iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/fkFCnXqSl9E?si=JYiZrjGsP9SWXsLQ" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div><br>O filme todo (sem dá spoiler) é uma alegoria sobre a luta interna de Jake contra essa voz que ele acha que é ele. Seu verdadeiro inimigo é o Ego. Nas tradições orientais, como o Budismo e o Hinduísmo, essa entidade ilusória é conhecida como falso Ego – a voz que sussurra em nosso nome, mas que, no fundo, é nossa maior adversária e única inimiga.<p></p><details class="black" data-header-exclude>    <summary><i class="fa-solid fa-chevron-right"></i>ChatGPT info： O que diz a IA sobre o falso Ego? </summary>    <div class="content markdown-body">      <p><q>Nas religiões orientais (como hinduísmo e budismo), o <strong>falso ego</strong> é a identificação equivocada do “eu” com o corpo, a mente e os desejos materiais. Ele cria apego, orgulho e separação do todo. A prática espiritual busca dissolver esse falso eu para revelar o <strong>eu verdadeiro</strong> (atman, natureza búdica), que é uno com a realidade última.</q></p>    </div>  </details><p>Trecho final do filme:</p><div style="align: center; display: flex; justify-content: center"><iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/jxKrvhkm_Hk?si=fMKDzYWNgrwhD6L6" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>]]></content>
    
    
      
      
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    <title>Por que eu decidi escrever um blog?</title>
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    <published>2025-09-19T20:15:02.000Z</published>
    <updated>2026-02-01T02:54:38.902Z</updated>
    
    <content type="html"><![CDATA[<link rel="stylesheet" class="aplayer-secondary-style-marker" href="/assets/css/APlayer.min.css"><script src="/assets/js/APlayer.min.js" class="aplayer-secondary-script-marker"></script><p>Antes de criar esse blog, eu cogitava registrar meus pensamentos/ideias em alguns lugares aqui na internet, seja escrevendo posts em redes sociais ou até criar um canal no YouTube. Essa idealização não é recente. E até algum tempo eu escrevia textos de poesias e crônicas na minha conta pessoal no Instagram. </p><p>Mas parei repentinamente, um dos motivos foi a estagnação criativa e o outro foi a desmotivação em escrever textos longos numa plataforma onde os conteudos são feitos para ser fugazes… concluí que ninguém assimilaria devidamente o conteúdo lido; depois de lê continuaria a rolar o feed. O conteúdo lido torna-se-ia mais uma informação mal digerida dentro de um fluxo ainda maior de informações esparsas e memes infinitos.</p><p>Eu adoro escrever, desde a adolescência, e quem ama escrever é naturalmente um exímio leitor. O momento de leitura para qualquer leitor deve ser um momento sagrado, ou no mínimo, ter a devida prioridade. Leitura requer concentração, e concentração se adquire ao dispersar elementos fúteis para favorecer a compreensão do texto lido. Não somente em livros, e sim qualquer texto cujo o objetivo seja nobre.</p><p>E por que escrever aqui? Escrever um blog diante da onipresença das redes sociais é deveras um desafio; aqui tudo é lento e o público que vier, vira pelo interesse consciente de querer saber mais… de explorar, de descobrir mais sobre o Felype sem vê-lo por imagens ou mensagens curtas. Escrever um blog não é como postar nas redes, a experiência não é a mesma, lá o algoritmo força o consumo de coisas para furtar sua atenção e manter mais dependente, por outro lado em um blog você acessa porque quer, você não é o passivo… Aqui é mais orgânico e ainda fidedigno a uma época onde nem tudo era tão efêmero.</p><p></p>]]></content>
    
    
      
      
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